SESI - Novas unidades e desafios
O SESI se instalou na cidade de Paciência, com uma nova unidade. Dois anos depois, em 1987, foi criado o Centro de Atividades de Petrópolis. O país passava por uma época difícil do ponto de vista político e econômico, mas o SESI não só deu continuidade aos seus serviços, como conseguiu ampliá-los, demonstrando a importância do desenvolvimento social em épocas de crise.
No contexto da redação da Constituição Federativa do Brasil, promulgada em 1988, veio à tona a importância da participação da iniciativa privada na formação industrial. Um anteprojeto redigido em 1987 tinha um perfil estatizante desse tipo de formação, o que alteraria as fontes dos recursos do SENAI e do SESI. O anteprojeto encontrou reação do empresariado brasileiro, bem como do Ministério do Trabalho e do Conselho Federal de Mão de Obra. A comunidade do SENAI e do SESI realizou manifestações e recolheu 1,6 milhão de assinaturas; cartas de associados foram remetidas à imprensa, depoimentos foram dados em rádio e televisão a favor das entidades. Conseguiu-se evitar a aprovação do anteprojeto, mas na revisão constitucional, em 1993, a questão da formação industrial voltaria a debate e, novamente, seria preciso reação para evitar alterações no modelo de financiamento do SENAI e do SESI.
Ao longo dos anos de 1990, o SESI ampliou sua rede de unidades no estado do Rio de Janeiro. Só no ano de 1993 foram criados novos centros de atividades em Duque de Caxias, Itaperuna, Barra Mansa e Nova Friburgo.
Saiba mais sobre a história do SESI:
1946 - A criação do SESI - Nova instituição de apoio ao trabalhador | Memória da Indústria
1952 - Estruturação do SESI - Unidades e atividade | Memória da Indústria
1956 - A consolidação do SESI - Educação em primeiro lugar | Memória da Indústria
1970 - Fortalecimento social do SESI - Esporte e saúde | Memória da Indústria
1985 - SESI - Novas unidades e desafios | Memória da Indústria
2010 - SESI Cidadania | Memória da Indústria
2014 - SESI aposta na cultura digital | Memória da Indústria